terça-feira, 28 de julho de 2009


O Jornal da Record está exibindo uma série especial de reportagens para promover a sua nova novela: Bela, a Feia. Ontem, no encerramento da primeira matéria, pude ver a silhueta e breves segundos do rosto de Gisele Itié caracterizada de Bela.Estava quase vindo postar isso aqui no blog, mas eis que hoje vazou uma foto dela vestida da personagem. A foto reduziu aquela minha descoberta a pó, e é até mesmo melhor assim. Poderiam ter caprichado mais na feiura, mas tudo bem. A ugly Betty ficou bacana.

sábado, 25 de julho de 2009


Gugu tira foto com jatinho que ganhou da Record
Gugu embarcou nesta quinta-feira, dia 23,

num jatinho do programa para gravar a

primeira externa fora do estado de São Paulo.

O local do desembarque será revelado apenas

na estreia do Programa do Gugu, que acontece

na segunda quinzena de agosto, na Record.

sexta-feira, 24 de julho de 2009


A próxima temporada de estréias da ABC promete uma série bastante aguardada entre os fãs de ficção científica. É a nova versão de “V”, minissérie que esteve no ar nos anos 80 sobre o encontro da humanidade com seres de outro planeta, vulgo extraterrestres, ou alienígenas. Se em 1983 a série conseguiu fazer sucesso ao ponto de ganhar uma continuação no ano seguinte (V: The Final Battle), a expectativa é de que seu remake conquiste um público ainda maior, visto seu roteiro, a melhoria no quesito tecnologia e também por seu grande elenco.

V conta com o auxílio de efeitos especiais de qualidade para tornar real, ou ao menos plausível, a invasão da Terra por seres que se auto-denominam “Visitantes” (ou The Visitors, em inglês). Já no quesito elenco, o maior destaque vai para Elizabeth Mitchell – mais conhecida como “a Juliet de Lost” –, que irá fazer Erica Evans, uma agente do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos destinada a descobrir a real intenção dos “Visitantes” na Terra, planos estes que não são nada pacíficos.
Também estão no elenco Morris Chestnut (Bones, ER), Joel Gretsch (The 4400, Taken), Lourdes Benedicto (24, Dawson’s Creek, The Nine), Logan Huffman, Laura Vandervoort (Smallville), a brasileira Morena Baccarin (Star Gate SG-1, The OC) e Scott Wolf (Everwood, The Nine). Por trás das câmeras a série também conta com o apoio importante de Scott Peter (criador de The 4400), responsável pelo roteiro e também no cargo de produtor executivo, ao lado de Steve Pearlman e Jace Hall. Na direção do episódio piloto, que deve estrear apenas em 2010, está Yves Simoneau, diretor também do piloto de The 4400, outra série de ficção científica que deixou vários fãs por onde passou.
Após essa pequena apresentação, chegou a hora de vocês conferirem mais detalhes sobre a história da série, através da sinopse oficial do show divulgada pela ABC, além de fotos promocionais dos atores, vídeos e sneak peeks do episódio piloto – que conta com uma breve aparição da cidade do Rio de Janeiro e algumas falas em português.
“Hoje o mundo acordou e encontrou naves espaciais sobrevoando cada uma de suas grandes cidades. Os Visitantes alegam terem vindo em paz, trazendo presentes como milagres médicos e avanços tecnológicos. Eles prometem não fazer mal algum. E eles estão mentindo. A maior parte das pessoas acredita que os alienígenas chegaram justamente quando nós precisávamos mais. Estamos ávidos para abraçar sua oferta generosa de nos ajudar, mas enquanto seguia uma célula terrorista, a agente do Departamento de Segurança Interna americana Erica Evans encontra algo muito mais sinistro. Quando seu parceiro tenta matá-la, Erica descobre que os aliens planejam se infiltrar no governo e na economia, plantando sementes para o domínio da raça humana. Convencer qualquer um se mostrará impossível pois Os Visitantes têm armas poderosas: Primeiro, eles dão às pessoas fé com sua presença reconfortante e presentes; Segundo, eles reuniram nossa juventude. Milhões de adolescentes, incluindo o filho de Erica, foram recrutados como “Embaixadores da Paz”, mas na verdade estarão servindo inconscientemente como espiões. Sua violenta percepção da verdade coloca Erica numa posição de confiança no movimento de resistência, que conta com o apoio de Ryan, um alienígena enviado para salvar a humanidade. Ela terá que equilibrar suas atividades secretas com seu trabalho, seu papel como mãe – protegendo seu filho Tyler mesmo quando ele se junta às forças inimigas. Do produtor executivo Scott Peters, indicado ao Emmy e criador de The 4400, surge uma ousada versão reimaginada da clássica série de ficção científica. Que a invasão comece”.

A Primeira versão



Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969)Tv Record.

Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.


Um breve histórico
A série foi criada em 1965. Na versão original em preto e branco, o doutor Smith era mal e astuto, não tinha aquele ar de canastrão que se tornou sua marca registrada na série colorida (2º e 3º fases). O robô também não tinha uma personalidade e era absolutamente frio e com diálogos limitados ao seu papel secundário. A fase em preto e branco foi pouco apresentada na Brasil, pois a TV a cores era novidade por aqui e não havia muito interesse nas velhas coisas em preto e branco. O público queria algo novo, com muitas cores e a nova fase tinha muito de cores berrantes e imagens insólitas. Com isso a série original em PB ficou esquecida. Na segunda fase o doutor Smith ganhou o ar debochado e canastrão que marcou-o para o resto da série e o robô ganhou mais espaço na série, pondo os outros personagens em segundo plano. Os Robinsons nunca voltaram à terra. A série foi encerrada na terceira fase, sem o retorno para casa e muito menos o cumprimento de sua missão.O último trabalho de Jonathan Harrys que se têm notícia, foi sua participação na dublagem do desenho animado Toy Story 2, fazendo a voz de um dos personagens secundários. Jonathan Harrys nasceu em 1915 e trabalhou em várias séries como: Space Academy (Isac Gampu), Terra de Gigantes, A Feiticeira, Ark II (Fagin, membro dos Flyes), Freekazoids (Prof. Jones), Problem Child, Meu marciano favorito, Banana Splits Show (Voz do Dartagnan), Botany Bay, The Bill Dana Show, Ilha da Fantasia 98 (ele mesmo), Perdidos no Espaço Forever 98 (Dr. Smith), Vida de Inseto (Manny), entre dezenas de outros.

Você lê abaixo um trecho da reportagem editada na revista Intervalo de 1969.
Jonathan Harris no programa de Hebe Camargo (1969).
Dr. Smith sob o sol cariocaPor Pedrosa Filho
“É a primeira vez que venho ao Brasil. Observei que aqui me dublaram na série Perdidos no Espaço, com voz fina, coisa que não tenho. Na Alemanha, França e Inglaterra, a dublagem saiu quase perfeita. Gostaria muito de conhecer a pessoa que me dublou no Brasil.” Quem disse isso foi o ator Jonathan Harris, o famoso Dr. Smith. Mas, apesar da queixa, Jonathan mostrou-se muito simpático, quando compareceu ao programa do Capitão Aza (Wilson Vianna), na TV Tupi, para que a criançada o conhecesse de perto. Com suas brincadeiras, o desprezível Dr. Smith chegou a cativar a meninada: mesmo com seus 60 anos, seu aspecto é jovial e seu bom humor é contagiante. Mas são muitas suas queixas: “Detesto ser chamado de Dr. Smith” – é uma delas. “Já me zanguei várias vezes por isso. Mas tem gente que não aprende. Comecei minha carreira há 30 anos, trabalhando na Broadway., numa peça de sucesso: “Casa de Chá do Luar de Agosto”. Daí para cá, sempre procurei ser mais gente e menos ídolo”. Casado e pai de dois filhos maiores, Jonathan Harris mora numa mansão, na Califórnia. “Gostei muito do povo brasileiro. A gente tem a impressão de que todos vivem cantando, por causa do sotaque”.
“Por que o Dr. Smith fez tanto sucesso? Ora, que pergunta! Pois, se ele usava a minha cara!” Jonathan Harris é um tipo simpático: cabelos grisalhos, corado, pernas arqueadas levemente, muito vivo, olhos espertos, pouco riso e muito humor. “Dr. Smith é um personagem estranho: covarde, péssimo caráter. Mas recebi a ainda recebo centenas de cartas muito simpáticas, principalmente do Brasil, pelo meu papel em Perdidos no Espaço.”
Jonathan Harris e seu dublador, Borge de Barros.
Jonathan está ao lado de sua esposa, Dorothy, amabilíssima, sem afetação. A sua frente, no almoço oferecido pela Twentieth Century Fox, no topo do Edifício Itália, o mais alto de São Paulo (42 andares), estão Don Marshall (o piloto Dan, da aeronave supersônica de Terra de Gigantes) e a atriz Diahann Carrol, que estrelara Júlia, um seriado de muito sucesso nos Estados Unidos e já programado para a televisão brasileira. Ela é uma mulata muito bonita, narizinho arrebitado, lembra a beleza de Eliana Pittman, mas é mais alta. No Terraço Itália, todos têm uma vista da cidade e comentam: “Já vimos tudo tudo, daqui!”. Jonathan é mais exigente: “Voltarei com certeza, ao Brasil, para ficar um mês. Quero conversar com o povo, a gente das ruas. Sabe de uma coisa? Não vim aqui para conversar com americanos. Mas no Festival do Filme, no rio, só conversei com eles! Quando voltar, quero sentir o homem da rua, que me pareceu extremamente simpático e amável. Se os brasileiros me admiram, eu os admiro mais ainda.” É um pouco difícil fazer Jonathan falar nesse tom: é um tipo muito brincalhão. Entre outras coisas, cita a amizade que fez com Tarcísio Meira e Glória Menezes: “Um casal encantador! Pena que Glória não fale níquel de inglês. Mas consegui me comunicar com ela usando algumas palavras de espanhol, italiano, português e de um dialeto que, se não for do sul da China, deve ser napolitano ou grego”. Jonathan foi entrevistado no programa “Hebe”, depois de assistir, na cabina de projeção da Record, a um filme dublado da série Perdidos no Espaço. Seu comentário: “Acho que o meu dublador é um grande artista. Se outros filmes meus forem exibidos no Brasil, quero que ele faça a minha voz. Intervalo foi buscar Borges de Barros para que ele o conhecesse (é o Mendigo Milionário da “Praça da Alegria”). Jonathan abraçou-o: “Muito obrigado. Eu gostaria de ser tão bom artista como você”. Borges acolheu a lisonja com um sorriso modesto.

domingo, 5 de julho de 2009

CLUBE DO GURI

Castro Alves
A abertura de Gurilândia era um hino que todos sabiam de cor: "Unidos pelo mesmo ideal/ Daremos ao Brasil um canto triunfal/ De fé, amor e esperança/ Elevando a alma de criança."A cantora Sônia Delfino, aos nove anos, foi o cartão de visita do programa. Dava autógrafos para outras crianças, fazia anúncios de produtos. Nessa mesma época outra criança foi contratada no Clube do Guri do Rio Grande do Sul: Elis Regina. Outras artistas e cantoras famosas se apresentaram na Gurilândia, como Wanderléia, Rosemary, Neide Aparecida, Leni Andrade e Elisângela.

CLUBE DO GURI (1955 a 1976)

Estreou em 1955 na TV Tupi oriundo do rádio.

Inicialmente chamava-se Gurilândia.

Ficou no ar durante 21 anos.

Misturava crianças-prodígios e mães corujas vigilantes.

A meninada cantava com Ângela Maria e Dalva de Oliveira,

declamava versos de Castro Alves e tocava instrumentos.



CAPITÃO AZA (1966 a 1979)
Com seu impecável uniforme da aeronáutica, capacete de piloto com duas asinhas desenhadas, óculos de lentes negras, e diversas medalhas, fez sucesso na TV Tupi. Wilson Vianna bradava o refrão de abertura de seu programa ".. Alô, alô Sumaré! Alô, alô Embratel! Alô,alô Intelsat 4! Alô, alô criançada do meu Brasil! Aqui fala o Capitão Aza, comandante-em-chefe das forças armadas infantis desse Brasil! ". Programa diário, de segunda a sexta, ficou no ar durante 14 anos, apresentando desenhos animados e séries hoje consideradas clássicos como "A Feiticeira", "Jeanne É um Gênio", "Speed Reacer" e "Corrida Maluca" . * Capitão AZA, com Z, era para homenagear um herói da FAB que lutou na Segunda Guerra Mundial, que era conhecido entre os aviadores como AZA.
Carro da TV Tupi – Inicio anos 1950.Foto de Antonio Aguilar.(enviado por Mário Lopomo)
click nas fotos para amplia-las



O filme da TV TUPI - Rio de Janeiro - 1957
No dia 07/11/1957 Hilton Gomes – repórter da TV TUPI junto com o cinematografista Ortiz Rubio correram para a Lagoa Rodrigo de Freitas – já noite – para filmarem uma luz estranha que se movimentava nas proximidades do Morro do Corcovado – próximo a imagem do Cristo Redentor. Iniciaram a filmagem e o ponto de luz central e principal deslocou-se para alguns quilômetros indo para a região da Pedra da Gávea. Da referida Lagoa é possível se ver a Pedra da Gávea e a filmagem também foi feita da luz central movendo-se acima daquela famosa montanha. O filme rodava a 1/16 de segundo e a luz estava sobre a pedra numa distância mínima e 3.000 metros – (linha reta, possivelmente até mais). Mais tarde a TV TUPI interrompeu sua programação para mostrar o filme que havia sido filmado pouco antes.
Ao ver o filme quadro-a-quadro o resultado foi inesperado e espantoso; aparecia sempre uma bola central – mas a bola se desdobrava em duas e as duas em quatro; algumas vezes formavam "cachos de uvas" – elas pareciam proceder como se sabe que as células procedem multiplicando-se. Algumas bolas ficavam negras em fração de segundos e logo voltavam para ser de luz.
Clique nas imagens para ampliar.


Com apoio de um Físico foram feitos alguns tipos de cálculos sendo que o principal foi calcular as velocidades das sondas de luz que cortavam os quadros no espaço de 1/16 de segundo quando estava sobre a Pedra da Gávea numa distância mínima de 3.000 metros da câmera fotográfica. A verdade é que o filme veio mostrar que estávamos diante de algo que estava muito acima de nossa compreensão.
Nesta ocasião Fernando Cleto defendeu a idéia de que sempre que aparecer um Disco Voador - a nave principal estará protegida por uma rede formada por pequenas, sondas em velocidades não vistas pelos nossos olhos. Só em câmara lenta como no
caso do avião tucano.

Reportagem do Jornal O Dia sob o título "Enigma Extraterrestre" em março de 1972.
Abaixo, cópia do jornal O Dia que fala sobre o acontecimento. Clique nas imagens para ampliar.



Outros acontecimentos
Autorizado pelo respeitável ufólogo e já veterano Marco Antonio Petit foram escolhidas algumas fotos entre dezenas que ele e a Ufologia consideram verdadeiras. Todas foram retiradas do seu vídeo “UFO documentário - Ufos Fotos & Filmes - Alfeu Vídeo. No documentário, algumas fotos são narradas e explicadas pelo Petit.
Observem que os discos voadores estão sempre acompanhados pelo o que Fernando Cleto chama de sondas protetoras.
Em 18 de setembro de 1950, uma multidão se reuniu em torno de um pequeno televisor
Uma das primeiras câmeras da TV Tupi

Chatô, responsável por trazer a teledifusão ao Brasil











O empresário Ephraim Marques Machado assistiu, há quase 60 anos, a inauguração da primeira estação de TV do Brasil. No evento, viu de perto as celebridades da Rádio Tupi que migrariam para a televisão. A experiência foi marcante ao ponto do pioneiro de Paranavaí se apaixonar pela tecnologia.
No dia 18 de setembro de 1950, em meio a milhares de curiosos de diversas partes do Brasil e do mundo, lá estava Ephraim Machado, participando de um dos momentos mais célebres da história da televisão brasileira: o nascimento da Tupi, de Assis Chateaubriand, que consagrou o Brasil como o quarto país do mundo a ter TV.
“Eu não passava de um jacu que tinha um serviço de alto-falante e saiu do mato para ir a São Paulo ver a inauguração da TV”, conta, às gargalhadas, Machado. O pioneiro diz considerar esse dia como um dos mais incríveis de sua vida, e ratifica tais palavras com brilho nos olhos.
O empresário relata que jamais imaginou como seria o primeiro contato com um aparelho televisor, objeto nunca visto, nem mesmo em fotografias. De televisão, o pioneiro só tinha ouvido falar. “O impacto foi muito grande, tanto para mim, quanto para outras pessoas. Ao meu lado, ouvi muita gente espantada dizendo: como é que pode, né? O cara lá e a imagem aqui; não dá pra acreditar”, relembra Machado.
À época, bem jovem, o pioneiro supôs que o televisor fosse simplesmente uma tela parecida com a do cinema. “Pensei também que um cara abria ela. Mas não tinha nada disso. Por isso me surpreendi tanto”, revela. Contudo, o susto de Ephraim Machado não foi apenas com o aparelho, mas também com o número de pessoas presentes na inauguração. “Tive uma dificuldade tão grande pra entrar no auditório que você nem queira saber. Tinha gente demais, muita gente mesmo, afinal São Paulo é São Paulo”, assinala.

*
A experiência foi tão significativa para Ephraim Machado que ele admite ter se apaixonado instantaneamente pela televisão. Inclusive, pensou em seguir o caminho do comunicador que tanto admirava: Assis Chateaubriand, proprietário dos Diários Associados. “É um sonho que gostaria de ter realizado. Fiquei muito interessado no produto quando vi. Se naquela época, morasse numa cidade com potencial de uma metrópole, tinha dado um jeito de montar uma estação”, assegura.
Quando o governo brasileiro lançou o primeiro edital para pleito de concessões, o pioneiro cogitou a possibilidade de enveredar pela teledifusão. Segundo Machado, havia um bom patrocínio e, também, inúmeros benefícios. Entretanto, depois de se inscrever para disputar o direito de montar uma emissora, o empresário soube que firmas estrangeiras estavam capitalizando o negócio no Brasil. “Não pude transformar meu desejo em realidade porque vi que não tinha recursos o suficiente para competir com o capital externo. Nunca gostei de sociedade, então desisti”, completa.


Atraso para entrar no ar
A primeira emissora da TV TUPI, prefixo PRF-3, seria inaugurada às 21h com o programa TV na Taba, mas problemas técnicos resultaram em atraso de uma hora. “Entrou no ar e saiu do ar. Tudo isso porque a câmera às vezes parava de funcionar. Mesmo assim, foi um evento espetacular. Dava gosto ver aquela minúscula telinha”, frisa o empresário Ephraim Machado.

*
Além de assistir ao vivo o primeiro programa televisivo, comandado pelo emblemático Homero Silva, Machado viu de perto dezenas de artistas que fizeram história no rádio, teatro e cinema, entre os quais Lolita Rodrigues, Amácio Mazzaropi, Aurélio Campos, Walter Forster e Lima Duarte. “Fiquei deslumbrado quando vi a Hebe Camargo e o J.B. Junior. Deram um rosto para aqueles famosos que tanto ouvíamos na Rádio Tupi”, reitera.
A influência do rádio para a TV também foi explícita, tanto que o pioneiro se recorda de ter visto o apresentador com uma folha de papel em mãos, lendo tudo ao vivo. “Ele parecia não se importar com o que víamos”, brinca o pioneiro, se referindo a um fato de uma época em que ainda não existia videotape.
Tudo era filmado em 35 milímetros, e depois o filme era revelado, para então ser transmitido por uma emissora de televisão. A precisão era algo tão distante da realidade na década de 1950 que a filmagem normalmente era veiculada cinco dias depois.

Saiba mais
A TV Tupi foi a primeira emissora de televisão da América Latina
Todos os equipamentos usados na inauguração da TV eram de origem americana; da Radio Corporation of America (RCA).
No dia do evento, o transmissor foi colocado no topo do prédio do Banco do Estado de São Paulo.
O frei mexicano José Mojica, também cantor, foi a primeira pessoa a se apresentar na TV.
Assis Chateaubriand foi proprietário do Diários Associados, o maior conglomerado de imprensa do Brasil. As posses do comunicador incluíam 36 emissoras de rádio, 34 jornais, 18 estações de televisão, várias revistas infantis, uma agência de notícias, uma editora, a revista O Cruzeiro e a revista A Cigarra.


A Rede Record acertou em cheio com o a nova dupla de apresentadores ,existe muita quimica entre Celso Freitas e Ana Paula Padrão...o Jornal da Record cresceu em qualidade e Ibope.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Mundo da Música


Depois de cantar com o rapper Ja Rule, Wanessa Camargo se voltou para o rock nacional e regravou a canção Coisas da Vida, sucesso de Rita Lee de 1976 do álbum Entradas e Bandeiras. ''Tive a honra de regravar a Rita Lee, por quem tenho uma enorme admiração e ainda me deu o presente de participar comigo. Foi sem dúvida um dos momentos mais importantes da minha carreira'', contou.


novela
Bicho do Mato
Estréia 3/5/1972
Veículo TV Globo
Autoria Chico de Assis e Renato Correia de Castro
Direção Moacyr Deriquém
SinopseA história gira em torno do drama de um caipira que sofre ao tentar viver da cidade grande. Ao se apaixonar por Ruth, uma jovem totalmente ligada aos acontecimentos dos grandes centros, o caipira Juba (o "bicho do mato" do título) vai se deparar com um mundo totalmente diferente do seu e de difícil adaptação. Apesar do amor, a dupla vive situações de conflito permanente. Nos momentos críticos, Juba se ampara na amizade do índio Iru.
Elenco
André Paulo (Faustino)
Antônio Carlos (Zé Fernandes, o Portuga)
Átila Ventura (Olegário)
Célia Biar (Alzira)
Dary Reis (Chefão)
Débora Duarte (Ruth)
Fábio Mássimo (Lê)
Fábio Sabag (Lenildo)
Fernando José (Padre Olavo)
Ivan Cândido
José de Arimathéa (Iru)
Lúcia Alves (Silvia)
Luís Delfino
Mario Gomes
Osmar Prado (Juba)
Paulo Araújo (Júlio César)
Paulo Padilha (Alfredo)
Pedro Paulo Rangel (Gastão)
Renata Fronzi (Arlete)
Rogério Fróes
Rosana Garcia
Ruth de Souza (Zilda)
Zeny Pereira (Dora)



novela
Floribella
Estréia 4/4/2005
Horário 20h
Dia segunda a sexta
Veículo TV Bandeirantes
Autoria Cris Morena, Patrícia Moretzsohn e Jaqueline Vargas
Direção Elisabetta Zenatti
SinopseMaria Flor é uma garota órfã de mãe, que desconhece o paradeiro do pai, um marinheiro. É alegre, inteligente e, ao mesmo, tempo atrapalhada. A garota não se deixa abalar pelas dificuldades e com muita música, dança e jogo de cintura enfrenta os desafios da vida. Maria Flor perde o emprego de vendedora de frutas e vai trabalhar como ajudante de governanta numa mansão onde vivem seis irmãos órfãos. É aí que ela conhece seu grande amor, o executivo Frederico. Mas conquistar o moço não será fácil, pois a terrível madrinha de Frederico, Malva, e a filha dela, Delfina, são totalmente contra o romance. Nesta versão moderna da fábula de Cinderela, o sapatinho de cristal foi trocado pelo tênis colorido e o castelo encantado do príncipe é uma mansão na cidade do Rio de Janeiro.
Elenco
André Luiz Miranda (Daniel)
Bruno Miguel (Leonardo)
Drica Rabello (Sofia Torres Bittencourt)
Eliana Fonseca (Selma)
Eliane Porto (Júlia)
Gabriel Lasmar (Alberto)
Gustavo Leão dos Reis (Guto)
Gustavo Ottoni (Gerard)
Igor Cotrim (Mateus Lopes)
Isabella Cunha (Renatinha)
João Vithor (Joaquim)
Johnny Massaro (João Pedro)
Juliana Silveira (Maria Flor)
Maria Carolina Ribeiro (Delfina Torres Bittencourt)
Mariah Rocha (Bruna)
Roger Gobeth (Frederico Fritzenwalden)
Suzana Abranches (Amélia)
Suzy Rêgo (Malva Torres Bittencourt)
Úrsula Corona (Tatiana)
Vic Amor Militello (Helga Beethoven)
Zezé Motta (Cristina ''Titina'' Ramos)


novela
Essas Mulheres
Horário 19h15
Estréia 2/5/2005
Dia segunda a sábado
Veículo TV Record
Autoria Marcílio Moraes e Rosane Lima
Direção Flávio Caratrello, Fábio Junqueira e João Camargo
Sinopse
A trama de Essas Mulheres se passa no século 19 no Rio de Janeiro. A novela foi inspirada nos romances Senhora, Diva, e Lucióla, ambos de José de Alencar. O enredo conta a história de mulheres que viveram grandes romances e tiveram suas vidas transformadas de forma brutal, pelo amor. As três personagens de maior destaque são: Aurélia, que vive uma heroína romântica pobre, porém digna, que ficou rica; Glória / Lúcia, uma amiga de Aurélia que irá ter um destino bem mais sofrido, ficando órfã por parte de mãe. Estando com seu pai enfermo, ela se vê obrigada a se prostituir para comprar remédios para seu pai e comida para seu irmão. A última grande protagonista da novela é Mila, uma mulher de berço, sempre inconformada com as limitações e os preconceitos da época em que ela vive.
Elenco
Adriana Garambone (Adelaide Amaral)
Alexandre Moreno (Dr. Augusto)
Ana Beatriz Nogueira (Leocádia Duarte)
Ana Rosa (Camila Seixas)
Camila dos Anjos (Ana)
Carla Regina (Glória / Lúcia)
Carlo Briani (Rodrigo)
Cássio Reis (Tadeu)
Celso Frateschi (Pedro Camargo)
Christine Fernandes (Aurélia Camargo)
Daniel Boaventura (Ferreira Pinto)
Ewerton de Castro (Duarte)
Fernando Oliveira (Martim)
Gabriel Braga Nunes (Fernando Seixas)
Ingra Liberato (Marli Lemos)
João Vitti (Paulo Silva)
Lena Roque (Raimunda)
Leonardo Miggiorin (Pedrinho)
Luciano Quirino (Simões)
Luciene Ademi (Ordália)
Luiz Carlos de Moraes (Arthur Amaral)
Marcos Breda (Alfredo Moreira)
Marcos Winter (Eduardo Abreu)
Maria Stella Tobar (Mariquinha)
Mariana Clara (Nina)
Maristane Dresch (Laura)
Milhem Cortaz (Lobato)
Miriam Freeland (Mila Duarte)
Natália Rodriguez (Nicota)
Paixão de Jesus (Damiana)
Paulo Gorgulho (Manoel Lemos)
Petronio Gontijo (Dr. Torquato Ribeiro)
Raquel Nunes (Júlia)
Roberto Bomtempo (Cunha)
Sérgio Mamberti (Coronel Lourenço)
Sílvia Salgado (Emília Carmago)
Talita Castro (Bela Lemos)
Tânia Alves (Firmina Mascarenhas)
Theodoro Cochrane (Geraldo Duarte)
Valquíria Ribeiro (Jesuía)


novela
O Grito
Estréia 27/10/1975
Horário 22h
Dia segunda a sábado
Veículo TV Globo
Autoria Jorge Andrade
Direção Walter Avancini
Sinopse
A construção do elevado Costa e Silva, mais conhecido por Minhocão, desvaloriza o sofisticado Edifício Paraíso, erguido por família tradicional. A trama se desenvolve no edifício, aonde moram todas as personagens, cada um com seus conflitos. Mas o centro das atenções, que gera a novela, são os gritos de um menino doente, filho de uma ex-freira, que tira a tranqüilidade dos moradores. Irados, alguns vizinhos defendem a expulsão da família do prédio, outros a permanência.
Elenco
Antonio Ganzarolli (Investigador)
Carmem Monegal (Cleide)
Castro Gonzaga (Francisco)
Chica Xavier (Lazara)
Cosme dos Santos (Jairo)
Edson França (Otávio)
Elizabeth Savalla (Pìlar)
Eloísa Mafalda (Socorro)
Esther Mellinger
Flávio Migliaccio (Osvaldo)
Françoise Forton (Marisa)
Glória Menezes (Marta)
Guto (Guilherme)
Heloisa Raso (Arlete)
Ida Gomes (Branca)
Isabel Ribeiro (Lúcia)
Jacyra Silva (Nair)
João Paulo Adour (Rogério)
Leonardo Villar (Edgar)
Lídia Brondi (Estela)
Lourdes Mayer (Olímpia)
Marcos Paulo (Orlando)
Maria das Graças (Jacira)
Maria Fernanda (Mafalda)
Midori Tange (Midori)
Ney Latorraca (Sérgio)
Otávio Augusto (Henrique)
Paulo Gonçalves (Caio)
Regina Vianna (Dorotéia)
Reginaldo Vieira (Reginaldo Vieria)
Ricardo Garcia (Bento)
Roberto Pirillo (Mário)
Rubens de Falco (Agenor)
Ruth de Souza (Albertina)
Sebastião Vasconcelos
Suely Franco (Laís)
Tereza Rachel (Débora)
Tonico Pereira
Tony Ferreira (Grandalhão)
Walmor Chagas (Gilberto)
Yara Cortes (Carmem)
Yoná Magalhães (Kátia)


novela
Saramandaia
Horário 22h
Estréia 3/5/1976
Dia segunda a sábado
Veículo TV Globo
Autoria Dias Gomes
Direção Walter Avancini
Sinopse
Surreal, a cidade de Bole-Bole tem uma população, digamos, diferente. Zico Rosado solta formigas pelas narinas. Dona Redonda, de tanto comer, acaba explodindo. Com um fogo incomensurável, ao mínimo sinal de excitação, Marcina bota fogo em tudo que toca. Por sua vez, o professor Aristóbulo, entre um uivo e outro, é um lobisomem que gosta de passear, de madrugada, pelas ruas da cidade. A trama principal gira em torno da mudança no nome da cidade para Saramandaia. Os mudancistas, João Gibão e Lua Viana, assim como o coronel Tenório Tavares, não medem esforços para que o objetivo seja concretizado. Enquanto isso, os tradicionalistas, liderados por Zico Rosado, preferemo nome atual.
Elenco
Alciro Cunha (Firmino)
Ana Ariel (Dona Santinha)
Ana Maria Magalhães (Dalva)
Antonio Fagundes (Lua Viana)
Apolo Correia (preso)
Ary Fontoura (Professor Aristóbulo Camargo)
Brandão Filho (maestro Cursino)
Carlos Eduardo Dolabella (Homão)
Carlos Gregório (Delegado Petronílio)
Castro Gonzaga (Zico Rosado)
Chica Xavier (Das Dores)
Dina Sfat (Risoleta)
Eloísa Mafalda (Maria Aparadeira Moreira)
Elza Gomes (Eponina Camargo, Pupu)
Francisco Cuoco (Tiradentes)
Francisco Dantas (padre Romeu)
Jorge Gomes (Nato)
José Augusto Branco (Dr. Rochinha)
Juca de Oliveira (João Evangelista Vianna, o João Gibão)
Lajar Muzuris (maestro Totó)
Lídia Costa (dona Leocádia)
Maria Helena Velasco (Emília)
Maria Rita (Rosalice)
Marília Barbosa (Bia)
Milton Gonçalves
Milton Moraes (Carlito Prata)
Natalia do Vale (Dora)
Pedro Paulo Rangel (Dirceu)
Rafael de Carvalho (seu Cazuza Moreira)
Reinaldo Gonzaga (Epaminondas)
Sebastião Vasconcelos (Tenório Tavares)
Sônia Braga (Marcina Moreira)
Tarcísio Meira (Dom Pedro I)
Tereza Cristina Arnaudo (Dulce)
Vanda Costa (dona Fifi)
Wellington Botelho (seu Encolheu)
Wilza Carla (dona Redonda)
Yoná Magalhães (Zélia Tavares)

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